O Palmeiras deve iniciar no segundo semestre de 2027 as discussões sobre a renovação da parceria com a Puma. O atual contrato, que se encerra em dezembro de 2028, prevê cerca de R$ 50 milhões anuais entre valores fixos e royalties, podendo chegar a R$ 60 milhões com metas atingidas. A antecipação das negociações permitirá à diretoria avaliar as condições para manter a fornecedora ou explorar outras opções.
Contrato atual e valores em jogo na renovação com a Puma
A Puma e o Palmeiras renovaram o vínculo em julho de 2024, acertando mais quatro temporadas de parceria, de 2025 a 2028. O acordo inclui cláusulas de metas que podem elevar o faturamento anual para R$ 60 milhões. Embora a empresa já tenha sinalizado interesse em permanecer com o Verdão após 2028, a diretoria não descarta consultar outras empresas do setor para medir o valor comercial da marca Palmeiras antes de assumir um compromisso de longo prazo.
Fatores políticos e concorrência influenciam as tratativas
A negociação terá um componente político relevante, já que Leila Pereira está em seu mandato final como presidente do clube. Paulo Buosi, atual vice-presidente e ligado ao grupo de situação, deve participar das tratativas. Além disso, a disputa por grandes clubes brasileiros envolve contratos de longa duração, como o da Adidas com o Santos a partir de 2028. A prioridade do Palmeiras será preparar a negociação sem antecipar decisões, avaliando a proposta da Puma e as alternativas disponíveis.
A decisão final dependerá da proposta apresentada pela Puma e do que a diretoria considerar mais vantajoso para a próxima etapa comercial do clube.
Com informações de jogada10.

Redação responsável pela apuração e publicação das notícias do Arena Verde, com curadoria de fontes jornalísticas confiáveis.




