O Avaí enfrenta um momento crítico na Série B do Brasileiro após três derrotas consecutivas, incluindo a derrota por 1 a 0 para o Fortaleza na 27ª rodada. O presidente Bernardo Pessi, em pronunciamento após a partida, abordou as cobranças sobre o time e a necessidade de urgência para reverter a situação. Com o clube na 17ª posição, ele destacou o esforço dos jogadores em campo, mesmo diante das dificuldades extracampo.
Avaí na Série B: três derrotas seguidas e cobranças intensas
O Avaí soma três derrotas consecutivas na competição, o que levou a cobranças severas sobre a diretoria e o elenco. Bernardo Pessi afirmou que as cobranças são graves e que o clube precisa agir com urgência para evitar um rebaixamento. Ele ressaltou que, apesar das dificuldades financeiras, os jogadores têm honrado o clube em campo, garantindo um futuro mais concreto na Série B.
O presidente também mencionou a posição atual do Avaí na tabela, em 17° lugar, e a necessidade de reforços para reverter o quadro. A derrota para o Fortaleza, que lidera a competição, reforçou a urgência por mudanças no elenco.
Mercado de transferências e SAF: desafios e trâmites burocráticos
Bernardo Pessi falou sobre os últimos dias do mercado de transferências, que se encerra na sexta-feira, e as dificuldades para contratar novos jogadores. Ele citou a perda de uma negociação avançada para substituir o atacante Thayllon, afetada por notícias veiculadas na mídia. O presidente afirmou que outras negociações estão em andamento, mas a situação financeira do clube exige cautela.
Sobre a tramitação da SAF (Sociedade Anônima do Futebol), Pessi explicou que o processo foi atrasado por uma tentativa de implementação que parou na justiça no início do ano. Ele esclareceu que a transformação em SAF não ocorrerá de imediato, pois há um percurso burocrático e contratual a ser percorrido. Após a conclusão dessas etapas, o Avaí poderá receber os investimentos previstos no contrato aprovado pelo Conselho Deliberativo e pela assembleia do clube.
Vendas de atletas e folha salarial: impactos e necessidades
O presidente do Avaí detalhou que todas as vendas de atletas neste ano foram realizadas por necessidade financeira, não por opção. Ele afirmou que nenhuma venda foi feita sem considerar o impacto desportivo, mas a situação financeira do clube exige esses atos. Pessi destacou que a folha salarial do clube, que supera R$ 2 milhões por mês, não pode ser paga apenas com vendas pontuais ou aportes.
Ele também fez um apelo para a reta final da Série B, ressaltando que o clube precisa de apoio para superar as dificuldades e garantir a permanência na competição. A situação financeira, segundo Pessi, é um dos principais desafios para o Avaí neste momento.
Com informações de ge (Globo Esporte).

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