O Flamengo segue sofrendo com um problema que já o prejudicou na primeira metade da temporada: as expulsões. Na última quinta-feira (8/10), o Rubro-Negro tinha o controle do jogo contra o Santos, mas, após a expulsão de Jorginho aos 34 minutos do segundo tempo, o time se desestabilizou e sofreu um empate inesperado. O placar final foi 2 a 2, com dois gols de pênalti de Neymar, e o Fla deixou pontos valiosos para trás.
Além do duelo contra o Peixe, há menos de um mês Jorginho já havia colocado o Flamengo em uma situação complicada. Na partida de volta das quartas de final da Libertadores contra o Independiente del Valle, o volante levou o segundo amarelo e deixou o time com um a menos. Após pressão, Arrascaeta empatou o jogo, garantindo a classificação para as semifinais. A expulsão de Jorginho contra o Santos foi o quarto cartão vermelho do volante na temporada, reforçando a fragilidade do time em momentos decisivos.
Expulsões no Flamengo: um problema recorrente em 2026
Para entender a gravidade das expulsões no Flamengo em 2026, é necessário voltar ao início da temporada. A primeira expulsão oficial ocorreu logo na terceira partida, quando o jovem Carbone levou vermelho aos 11 minutos do primeiro tempo. O Volta Redonda aproveitou a superioridade numérica e venceu por 3 a 0. Em janeiro, Jorginho recebeu seu primeiro cartão vermelho na estreia do Brasileirão, em derrota por 2 a 1 para o São Paulo, no dia 28. Na partida seguinte, Carrascal também foi expulso após agredir Breno Bidon na final da Supercopa Rei do Brasil contra o Corinthians, resultando em derrota por 2 a 0 e vice-campeonato para o Fla.
Entre março e abril, o Flamengo acumulou mais três vermelhos. Evertton Araújo foi expulso em empate por 1 a 1 contra o Corinthians, Pulgar recebeu cartão direto por agressão em derrota por 3 a 0 para o Red Bull Bragantino, e Carrascal voltou a ser expulso em clássico contra o Fluminense, quando o Fla vencia por 2 a 1. Em maio, Danilo também foi expulso nos acréscimos do empate por 1 a 1 contra o Athletico Paranaense. A expulsão mais emblemática, porém, ocorreu em 23 de maio, quando Carrascal acertou Murilo e deixou o Flamengo com um a menos por mais de 70 minutos, resultando em derrota por 3 a 0 para o Palmeiras.
Jorginho e Carrascal: os principais nomes no problema das expulsões no Flamengo
Jorginho e Carrascal são os principais responsáveis pelas expulsões no Flamengo em 2026. Jorginho já coleciona quatro vermelhos na temporada, incluindo os dois últimos jogos contra o Independiente del Valle e o Santos. Sua expulsão contra o Peixe custou ao time uma vitória que parecia certa, enquanto a do duelo da Libertadores poderia ter definido a classificação nos pênaltis.
Carrascale, por sua vez, já foi expulso três vezes na temporada, sendo a mais impactante a do clássico contra o Fluminense, quando o Fla vencia por 2 a 1. Além disso, sua expulsão contra o Palmeiras resultou em uma das piores derrotas do time no ano. A repetição de erros como esses evidencia a necessidade de ajustes táticos e disciplinares para evitar que as expulsões no Flamengo continuem atrapalhando o desempenho da equipe.
Com a sequência de vermelhos, o Flamengo precisa encontrar soluções rápidas para conter o problema. A expulsão de Jorginho, por exemplo, deixou o time em desvantagem numérica nos minutos finais contra o Santos, resultando em um empate que poderia ter sido evitado. A torcida e a diretoria esperam que a equipe consiga reverter esse quadro e evitar que as expulsões no Flamengo sigam custando pontos importantes na temporada.
Com informações de jogada10.

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