Cruzeiro nega retrocesso e reafirma plano de longo prazo no futebol feminino

Cruzeiro nega retrocesso e reafirma plano de longo prazo no futebol feminino

O Cruzeiro negou que a eliminação nas quartas de final do Campeonato Brasileiro Feminino A1 2026 represente um retrocesso nos investimentos na categoria. Luiza Parreiras, gestora do futebol feminino celeste, afirmou que o clube mantém seu projeto de longo prazo para a modalidade, mesmo após a derrota por 3 a 1 para o Corinthians. A equipe mineira foi a que mais contratou na janela do meio do ano, com quatro reforços para repor lesões.

Em entrevista após a partida, Luiza Parreiras destacou que o Cruzeiro segue como um clube que apoia o futebol feminino e mantém uma gestão focada no crescimento da modalidade a longo prazo. Ela ressaltou que as contratações recentes — Michelle, Radija, Yenifer e Isadora — foram feitas com contrato de pelo menos dois anos, reforçando o compromisso com a competitividade. Além disso, a gestora afirmou que a modalidade está cada vez mais competitiva, com semifinais inéditas no torneio.

Contratações reforçam projeto de longo prazo no futebol feminino Cruzeiro

Luiza Parreiras explicou que as quatro contratações feitas na janela do meio do ano foram necessárias devido ao alto número de lesões, especialmente de rupturas de ligamento cruzado anterior (LCA). A gestora afirmou que o objetivo era manter a competitividade da equipe, que ainda disputa a Libertadores e o Campeonato Mineiro. O Cruzeiro foi a equipe que mais contratou no futebol feminino brasileiro nessa janela.

As atletas contratadas — Michelle, Radija, Yenifer e Isadora — foram apresentadas como parte de um projeto que visa não apenas resultados imediatos, mas também a construção de uma equipe estável e competitiva nos próximos anos. A gestora também destacou que o clube segue atento ao movimento da Copa do Mundo Feminina, que ocorrerá no ano seguinte, como parte de sua estratégia de crescimento.

Futebol feminino: Cruzeiro vê crescimento e competição mais acirrada

Luiza Parreiras afirmou que o futebol feminino brasileiro está em um momento de crescimento, com clubes cada vez mais investindo na modalidade. Ela destacou que, mesmo após a eliminação, o Cruzeiro segue competitivo e que o mérito deve ser dado aos clubes que avançaram, como o Corinthians. A gestora também comentou que os demais clubes podem adotar um ritmo mais cauteloso nos investimentos, mas que nenhum deve retroceder.

Segundo ela, o momento atual é de aproveitar o movimento da Copa do Mundo para aumentar a competitividade no Brasil. A semifinal do torneio, com confrontos inéditos, foi citada como exemplo do avanço da modalidade. O Cruzeiro, caso tivesse avançado, enfrentaria uma semifinal inédita contra o Palmeiras ou o Flamengo.

Luiza ainda reforçou que o clube não vê a eliminação como um retrocesso, mas sim como parte de um processo de amadurecimento da equipe. Ela afirmou que o Cruzeiro segue como um dos times que mais investem no futebol feminino no país, com um projeto estruturado para os próximos anos.

Até 11 de setembro, o Cruzeiro ainda tem a possibilidade de reforçar a equipe para os próximos compromissos, que incluem a Libertadores e o Campeonato Mineiro. A gestora não descartou novas contratações, mas enfatizou que o foco atual é manter a competitividade com o elenco atual.

Com informações de ge (Globo Esporte).

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